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Celulose brasileira se aproxima de 30 milhões de toneladas e reforça protagonismo global

No Pulp Summit Latinoamérica, Paulo Hartung mostra por que o setor de árvores cultivadas se tornou um dos maiores cases industriais do país, combinando escala, exportação e sustentabilidade

A palestra apresentou um panorama consistente do desempenho recente do setor de árvores cultivadas no Brasil, reforçando seu papel como um dos casos mais bem-sucedidos da indústria nacional. 

Conduzida por Paulo Hartung, presidente da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), a apresentação destacou como o setor de celulose se consolidou como uma verdadeira “marca no Brasil”, combinando escala produtiva, competitividade internacional e avanço sustentável. 

Entre os principais resultados, foi ressaltado o patamar alcançado pela produção nacional, que já se aproxima das 30 milhões de toneladas anuais de celulose, com cerca de 29,4 milhões de toneladas produzidas. O Brasil também se mantém como um dos principais players globais, com mais de 20 milhões de toneladas exportadas, reforçando sua relevância no comércio internacional. 

Outro marco importante foi a entrada em operação da planta de Ribas do Rio Pardo (MS), reconhecida como a maior unidade de produção de celulose do mundo, evidenciando o nível de investimento e sofisticação industrial do setor no país. 

No campo da sustentabilidade, a apresentação destacou o modelo de atuação baseado no sistema de mosaico, que integra áreas produtivas e de conservação. Atualmente, o setor preserva cerca de 7 milhões de hectares, reforçando seu compromisso com a gestão responsável dos recursos naturais. 

Ao abordar os desafios, Hartung trouxe uma reflexão direta sobre a necessidade de o país evitar erros recorrentes e concentrar esforços no fortalecimento de políticas e práticas que já demonstraram resultados concretos. A mensagem central reforçou a importância de dar continuidade às estratégias que impulsionam competitividade e crescimento. 

Alinhada aos conceitos da Indústria 5.0, a palestra evidenciou como a integração entre produtividade, sustentabilidade e visão estratégica tem sido determinante para consolidar o Brasil como um dos principais protagonistas globais na cadeia de base florestal.

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