NotíciasPegoraroServiçosSoluções e Inovações

O papel dos viveiros de mudas nas metas ESG e de reflorestamento corporativo

Entenda por que a base dos projetos ambientais corporativos começa na produção de mudas

Em 2024, a silvicultura brasileira atingiu 9,9 milhões de hectares de florestas plantadas, de acordo com dados do Panorama da Produção Florestal do IBGE. Deste total, quase 78% correspondem a plantações de eucalipto, espécie-chave para a indústria de papel e celulose. Nesse cenário de expansão e de maior responsabilidade socioambiental das empresas, os viveiros ganham papel estratégico ao assegurar mudas de qualidade para metas de reflorestamento e iniciativas ESG consistentes. 

Além de abastecer a cadeia produtiva de diversos setores, os viveiros de mudas são a porta de entrada para o cumprimento de metas ambientais, especialmente as relacionadas ao sequestro de carbono e ao reflorestamento. Mudas produzidas em viveiros costumam ter maior qualidade e uniformidade, fatores que favorecem a formação das áreas florestais previstas nos compromissos ambientais.  

Com a profissionalização dos viveiros, também avança a capacidade das empresas de registrar, acompanhar e comprovar a origem das mudas utilizadas nos projetos de reflorestamento, facilitando a obtenção de dados exigidos em relatórios socioambientais. Assim, o viveiro deixa de ser apenas uma etapa produtiva e se torna parte do sistema de governança ambiental.  

É nesse ponto que a Pegoraro Engenharia se destaca, ao entregar projetos que incluem engenharia, automação, irrigação e equipamentos. Cada construção é orientada por critérios técnicos que estruturam a produção de mudas de forma consistente, fortalecendo a base que sustenta os reflorestamentos e as estratégias ESG do setor.

Para mais informações e orçamentos, acesse www.pegoraroengenharia.com.br, envie um e-mail para [email protected]/[email protected] ou entre em contato pelos números (14) 3243-2012 e (11) 99938-3422.

Fonte
Pegoraro Engenharia
Mostrar mais
Botão Voltar ao topo