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Rota da Celulose tem contrato adiado e obras devem começar em março de 2026

Segundo a Semadesc, a assinatura com o consórcio responsável ficou para janeiro de 2026, o que posterga o início das obras e a futura cobrança de pedágio nas rodovias concedidas

A assinatura do contrato de concessão da Rota da Celulose, que inclui trechos da BR-262, BR-267, MS-040, MS-338 e MS-395, foi oficialmente adiada para 2026. A informação foi confirmada pelo secretário da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck.

“Nós estamos prontos para fazer a contratualização com o segundo colocado. Isso era pra ter ocorrido agora no mês de novembro, houve uma prorrogação desse prazo até pelo período de chuvas, que não dá para iniciar nenhuma obra. Então ao final de janeiro [de 2026] nós vamos assinar o contrato, quando essa empresa tem que fazer os depósitos das garantias. Nós temos a expectativa, depois de 60 dias, que a empresa efetivamente comece as obras”, afirmou.

Com o novo cronograma, o Consórcio Caminhos da Celulose deve iniciar as intervenções apenas em março de 2026, cobrindo 870,3 quilômetros de rodovias no leste de Mato Grosso do Sul.

“Obviamente que vamos fazer um trabalho onde estão os pontos críticos de todo esse processo. Campo Grande a Ribas [do Rio Pardo], que vai ser 100% duplicado, é uma via extremamente crítica. O acesso às fábricas da Bracell, em Bataguassu, é um ponto crítico que temos que tratar imediatamente. Questão da MS-040, que é uma estrada simples, fazer o acostamento. Então a gente vai definir quais são os projetos prioritários dentro do projeto global”, destacou Verruck.

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