Com foco na conservação ambiental e no uso sustentável dos recursos naturais, a Suzano tem ampliado suas iniciativas voltadas à agenda ESG nas regiões onde atua. A companhia mantém uma estratégia que integra produção florestal, preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico.
A atuação da empresa está baseada em ações voltadas à redução de emissões, ao uso eficiente dos recursos naturais e ao fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis. Desde 2020, a Suzano já conectou mais de 214 mil hectares de áreas naturais e estabeleceu como meta alcançar 500 mil hectares conectados, contribuindo para a preservação dos biomas brasileiros.
No Maranhão, a estratégia também contempla o uso de energia renovável: atualmente, 90% da energia consumida pela unidade industrial do estado é proveniente de fontes renováveis. Além disso, a companhia destina mais de 1,1 milhão de hectares para conservação ambiental.
Esse compromisso ganha escala por meio de iniciativas territoriais, como o Arranjo Territorial de Estreito e Porto Franco, desenvolvido pela Cooperativa dos Pequenos Produtores Agroextrativistas de Estreito (COOPAEMA). O projeto promove o desenvolvimento sustentável a partir do fortalecimento de cadeias produtivas locais, incentivo às práticas agroecológicas e atividades de agroextrativismo, como a coleta de babaçu e açaí.
A iniciativa contribui para a geração de renda e fortalecimento das comunidades locais, demonstrando a integração entre desenvolvimento social, bioeconomia e preservação ambiental.
PARCERIA IMPULSIONA RENDA E SUPERA METAS SOCIAIS
A Suzano tem como compromisso retirar 200 mil pessoas da linha da pobreza até 2030 nos territórios onde atua, por meio de ações voltadas à geração de renda e inclusão produtiva. No caso do Arranjo Territorial de Estreito e Porto Franco, a iniciativa já movimentou R$ 2,2 milhões e beneficiou aproximadamente 1.202 pessoas, considerando impactos diretos e indiretos.
Entre os participantes, 975 pessoas conseguiram superar a linha da pobreza, resultado superior à meta inicial do projeto, que previa beneficiar 800 pessoas. Outro destaque é que cerca de 84% dos participantes afirmam ser financeiramente independentes ou responsáveis pela renda familiar.
Entre as beneficiárias está Carlene de Assunção, de 44 anos, moradora da comunidade Porto Alegre, na zona rural de Estreito (MA), que iniciou sua participação no projeto e atualmente integra a cooperativa como sócia.
Segundo Carlene, antes da iniciativa, a produção enfrentava desafios relacionados à falta de insumos, assistência técnica e apoio ao preparo da terra: “O que me motivou a participar foi ver o compromisso da Suzano com as comunidades. A gente percebe que é uma atividade séria, que realmente quer ajudar quem já vive e trabalha no campo, trazendo uma nova forma de trabalhar com a terra, com orientação técnica, o que facilitou muito nosso trabalho”.
Para ela, o impacto vai além do suporte produtivo. “É o acolhimento de uma empresa multinacional que tem um olhar diferenciado para a agricultura familiar. Os pequenos produtores, que colocam alimento na mesa de muita gente, passam a ser valorizados”, conta.
Ao apoiar iniciativas que unem conservação ambiental e desenvolvimento econômico, a Suzano reforça sua atuação na promoção da bioeconomia e no fortalecimento de soluções sustentáveis nos territórios onde opera.
“Reforçamos nosso compromisso com a sustentabilidade e seguimos investindo em ações que conciliam desenvolvimento econômico, conservação ambiental e melhoria da qualidade de vida das comunidades.”, destaca Paulo Rocha, coordenador de desenvolvimento social da Suzano.
As informações sobre conservação, biodiversidade, uso sustentável dos recursos naturais e demais compromissos socioambientais da companhia estão reunidas no Relatório de Sustentabilidade 2025.













