UPM alcança classificação de liderança no CDP 2025
Fabricante de celulose obtém nota A em clima e mantém classificação A- em florestas e segurança hídrica
A UPM, fabricante finlandesa de celulose, alcançou pontuações de nível de liderança na avaliação do CDP 2025, ranking internacional de referência em transparência ambiental. O resultado reflete o desempenho da companhia na gestão de temas relacionados a mudanças climáticas, florestas e água, áreas consideradas estratégicas para o setor de base florestal.
Na avaliação mais recente, a UPM obteve classificação A em Mudanças Climáticas e notas A- nos quesitos Florestas e Segurança Hídrica. As pontuações indicam eficiência ambiental, qualidade na divulgação de dados e integração dos riscos ambientais à estratégia corporativa.
“Obter pontuações de liderança em todas essas categorias reflete nossa abordagem integrada à sustentabilidade. Continuaremos a aprimorar nossa abordagem, alinhando-nos a metas baseadas na ciência e impulsionando uma estratégia fundamentada em matérias-primas renováveis, inovação e sustentabilidade”, afirma Sami Lundgren, vice-presidente de Responsabilidade da UPM.
Em 2025, o CDP avaliou mais de 23.100 empresas, cidades, estados e regiões, com base em informações relacionadas ao clima, florestas e recursos hídricos. As pontuações medem o grau de compreensão, gestão e liderança das organizações sobre seus impactos ambientais, considerando critérios como governança, definição de metas e planos de ação.
No caso do clima, são analisados aspectos como metas de redução de emissões baseadas na ciência, relato transparente das emissões dos Escopos 1, 2 e 3, integração dos riscos climáticos à governança e progresso rumo à descarbonização. Em florestas, a metodologia avalia compromissos de desmatamento zero, rastreabilidade da cadeia de suprimentos e práticas de manejo florestal sustentável. Já em água, entram em foco as avaliações de risco hídrico, metas de eficiência e qualidade e a governança associada ao tema.
Segundo a organização, pontuações elevadas estão alinhadas a estruturas globais como o Acordo de Paris, a Science Based Targets initiative (SBTi) e a Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD), sendo cada vez mais utilizadas por investidores e grandes compradores como referência para decisões de capital e fornecimento.
“Juntamente com nossos clientes e parceiros, queremos garantir que nossos produtos criem valor ao longo de todo o seu ciclo de vida. Oferecemos alternativas sustentáveis aos produtos derivados de combustíveis fósseis, respaldadas por dados validados. Para os investidores, a liderança da CDP sinaliza uma gestão de riscos robusta, prontidão regulatória e criação de valor a longo prazo em um cenário ESG em rápida evolução”, conclui Sami Lundgren.













